Terça-feira, Outubro 31, 2006

Let's go trick-or-treating!


Uma festa que, mais cedo ou mais tarde, se vai enraizar. Vamos ser pioneiros?

;)

Sábado, Outubro 28, 2006

Quantos indivíduos conseguem tirar uma fotografia tipo passe na cabine do El-Corte Inglès?

Domingo, Outubro 22, 2006

Dia Mundial das Missões


Depois de um retiro fantástico para preparar as Missões Universitárias, que também aqui vão ser publicitadas, é altura de dedicar um tempo a pensar que um só pode fazer a diferença!

Quinta-feira, Outubro 19, 2006

Mistérios de Vida - II


E, como não podia deixar de ser, tenho de publicar o fabuloso site do CD Mistérios de Vida. Enjoy

Falando em discussões acesas...

Como vem a propósito de toda a controvérsia gerada pela proposta de referendo da despenalização da interrupção voluntária da gravidez, aqui está um pequeno excerto do Livro da Sabedoria. Penso que fala por si:

A morte não vem de Deus, mas do pecado

Não procureis a morte com uma vida desregrada,
nem susciteis a vossa perdição
com as obras das vossas mãos,
Deus não é o autor da morte
nem se compraz com a destruição dos vivos.
Pois Ele tudo criou para a existência,
e todas as criaturas têm em si a salvação.
Não há nelas veneno de morte,
nem o poder de Hades domina
sobre a terra,
porque a justiça é imortal.

(Sb 1, 12-15)

Sábado, Outubro 14, 2006

Papel indicador


És indicador de tudo o que se passa comigo.

Sexta-feira, Outubro 13, 2006

Leva-me só até ao fim da rua


Leva-me só até ao fim da rua, sabendo que vou acabar por fazer o caminho de volta para te levar a ti. Espera que eu não resista aos conflitos, aos tão esperados confrontos, sempre cheios de sarcamo. Faz com que brote de mim a alegria que só tu sabes dar. Espera de mim tudo o que dizes que sou capaz.
Leva-me só até ao fim da rua, mesmo sabendo que é apenas a continuação de um caminho a percorrer.

Quarta-feira, Outubro 11, 2006

Lezíria


A Lezíria do Tejo é uma subregião estatística portuguesa, parte da Região do Alentejo e do Distrito de Santarém, incluindo também um município do Distrito de Lisboa. Limita a norte com o Pinhal Litoral e com o Médio Tejo, a leste com o Alto Alentejo, a sul com o Alentejo Central e a Península de Setúbal e a oeste com a Grande Lisboa. Área: 4007 km². População (2001): 240 832. Compreende 11 concelhos.

(Obrigado pela fotografia António)

Terça-feira, Outubro 10, 2006

Escrevo-te à distância


Depois de um fim-de-semana bem divertido na Lezíria, lembro-me de como tenho sido descurado contigo! Como me tenho desleixado em relação a ti, em relação à nossa amizade. Apenas queria deixar uma última fotografia, uma última gargalhada quando alguém se atravessou entre nós e a câmera.

Quinta-feira, Outubro 05, 2006

Vai uma valsa?



27 anos de namoro. 21 de casamento. 5 filhos. Pelo menos em números parece bem, não?

Alegria de Viver

No outro dia esta bela senhora, e minha avó, disse uma coisa que fez pensar imenso. Estámos à conversa quando, de repente, me diz, com uma alegria enorme:
- Tudo isto que eu te conto, tudo o que te estou a dizer agora é para, depois um dia, saber que tens em ti um bocadinho de mim.
Com todas as preocupações, algumas derivadas da idade outras apenas do feitio, é bom saber que com 82 anos, continua com esta alegria de viver e com esta vontade de transmiti-la.
Obrigado.

Despertar

Acordo. O ressalto com que me levanto busca apenas a minha angústia, por alguém transfigurada na degradação do que tomo bruscamente, apenas com água, apenas com água e um pouco de alguém que quero esquecer, alguém com o meu nome, alguém que ainda (já) não tem consciência do seu papel nem do desenrolar do seu projecto, alguém que se distancia de mim e apenas murmura de forma insistente e irritante palavras de consolo com efeito nulo.
Desespero ao tentar encontrar aquela pequena criança despreocupada, aquela que sorri dentro dos outros, aquela que me faz desesperar. A inocência enganadora dessa voz conhecida por sossegar apenas revira a minha mente e o meu espírito enfraquecido de forma transcendentalmente obscura.
Quero apenas estar comigo para não decepcionar e ser decepcionado. Dos recôndidos do meu ser brota apenas a vontade de criar uma barreira intransponível que me possa isolar do mundo exterior e das sua lâminhas afiadas,para poder estar em fim uno comigo próprio, tornando a minha essência insondável.
Oiço-te boa mulher, mas que pretendes de mim? Nada te posso dar que não te seja já intrínseco! Deixa-me fazer sobressair em ti o que há de melhor, para não te iludires novamente com a aparente felicidade que advém de tudo o que é superficial.
Apenas tu podes renovar o que nos bloqueia insistentemente, o que nos torna a todos uma parte de algo único mas característico e próprio de cada um, algo que individualiza o eu e o tu, as únicas duas pessoas importantes neste jogo de forças.
Algures em 2003.

Será Univoco o que sinto?

Será unívoco o que sinto?
Recordo lentamente o que me faz penar
De forma a não esquecer tudo o que me fez amar.

A indulgência pelo que fizera
É apenas trazida pela consciência
Da tentativa de atingir a plenitude

Apenas o sonho utópico de ser feliz
Que só será realizado através da Imanência
Dos Outros em Mim.

Oh!, Ingratidão minha, porquê pensar
Em algo tão indiferente ao Mundo,
Da forma mais egocêntrica possível?

Esquecer e renovar.

Algures em 2003

Atitudes

A progressiva sequência crescente dos últimos acontecimentos leva à tomada brusca de atitudes irreflectidas a longo prazo, cujas repercussões, a maior parte destas causadoras de danos ao nível de foros antagónicos e complementares, são inevitáveis.
A degradação, que este estado de espírito pode causar, é algo inacreditável: age-se sem pensar, pensa-se enquanto se age, de forma tão disturbada e apática, que se pode questionar de facto a motivação para fazer o que é inquestionável.
Quais as soluções hipoteticamente possíveis? Parece impossível discernir de forma correcta perante tal situação, tal é a miscelânea de impulsos neurológicos sentidos. Todas as possíveis resoluções se têm revelado infrutíferas, como se quando se tentasse aplicar estas, a situação já era oposta.
Como uma sinusóide, quem vive estas situações na primeira pessoa, culmina tanto positiva como negativamente, criando uma atmosfera psiquíca insustentável e imprevisível.O porquê deste actos é algo inexplicável e impossível de quantificar.

Quinta-feira, 16 de Outubro de 2003, 21:14:08

Chaos

The storm in my mind obliges me to stop.
Streaming down my thoughts,
All these sensations of chaos
Are making me desperate gradually
As if I were a tiny pawn in vicious hands,
With no way out, except death.

Thinking of nothing…
Not thinking at all!
Just feeling, suffering…

Appealing to Him
(Whoever he may be)
To stop all this briefly…
Begging to be a part of Him
And be healed once more.


Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2005, 4:41:54

Recomeço


Este blog, vai, finalmente ser retomado. Sigo o conselho de algumas pessoas importantes para mim e para a blogosfera. Obrigado por terem demonstrado empenho em que este blog, agora com um carácter mais intimista voltasse ao activo.
E é com um sorriso enorme e com uma vontade imensa que este projecto é (re)iniciado.

Mistérios de Vida - A Cristo Crucificado

Queria aqui deixar a letra que Francisco Alvarado (Panchuco) escreveu para o CD Mistérios de Vida.
Foi tão bom poder participar neste projecto. Muito obrigado.

Aquella manos que ayer consagraron pan,
hoy son clavadas a un madero sin piedad.
Los pies que un dia recorrieron mi ciudad,
sagran cansados porque amaste hasta el final.

Tus ojos no han perdido el brillo ni el color,
de aquella vez que me miraste al corazón.
Puesta en tu frente una corona de dolor,
desgarra mi alma pues también la he puesto yo.

Perdóname porque quizás pude dar más,
porque podria haberte visto en los demás,
perdóname por olvidar que sin tu amor,
mi vida no tiene razón.

Te hago entrego de mi humilde libertad,
pues soy más libre en tu verdad.
Y si hoy he vuelto a clavarte en una cruz,
una vez más pido perdón.

Tu pecho herido que una lanza atravessó,
ya estaba albierto a quien buscase tu calor.
Y asi tu espalda que trabajo soporto,
es destrozada porque carga con mi cruz.

Perdóname porque soy débil e caí,
perdóname por todo mal uqe cometí,
perdóname poque me hablaste y no te oí,
por no dar lo que recebí.

Te entrego herido toda mi debilidad,
porque en ti se transforma en paz.
Y si mañana vuelvo a clavarte en la cruz.
Te buscare una vez más,
Te buscare una vez más,
Te buscare una vez más.